terça-feira, agosto 03, 2010
segunda-feira, julho 12, 2010
In My Life
(The Beatles)
There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.
All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I've loved them all.
But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.
Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.
Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.
In my life I'll love you more.
Todo ano é isso, eu não sei o que dizer e roubo de alguém mais talentoso que eu. Dessa vez John e Paul me ajudaram.
Eu amo seu cheiro
Amo a turminha que a gente fez juntos
Amo nossa casa, que é um lugar cheio de risadas e gritos e bagunça e papel picado e música e bola
Amo quando rimos das mesmas coisas
Amo tudo que a gente faz juntos
Amo ficar perto de você
Amo sentir saudade de você
In my life, I love you more, neguinho!
(The Beatles)
There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.
All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I've loved them all.
But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.
Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.
Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.
In my life I'll love you more.
Todo ano é isso, eu não sei o que dizer e roubo de alguém mais talentoso que eu. Dessa vez John e Paul me ajudaram.
Eu amo seu cheiro
Amo a turminha que a gente fez juntos
Amo nossa casa, que é um lugar cheio de risadas e gritos e bagunça e papel picado e música e bola
Amo quando rimos das mesmas coisas
Amo tudo que a gente faz juntos
Amo ficar perto de você
Amo sentir saudade de você
In my life, I love you more, neguinho!
terça-feira, junho 15, 2010
Em matéria de Copa do Mundo, eu não sou uma pessoa das mais animadas. Ainda não consegui não torcer pelo Brasil, que era o meu objetivo nessa Copa. Eu queria torcer pra qualquer um desses países do Leste Europeu que não jogam nada e acabar com a Copa logo nas eliminatórias. Mas simplesmente não consigo torcer contra o Brasil.
O problema é que o meu "não-não torcer" não é exatamente "torcer". Mas tenho filhos, eles estão empolgados. Não dá pra ser a chata da mãe que não participa, né?
Pra vocês terem ideia, apenas ontem eu arrumei uma camisa pra assistir aos jogos no Bar Dududu. Bom... ir pro Bar é a parte boa da coisa.
Na verdade a tal camisa funciona mais como uma camuflagem para não ter que responder a perguntas como "por que você não está com a camisa do Brasil? por que você não é patriota? por que você torce contra?". Então, arrumei essa camuflagem que me custou R$ 7,99 e é bem feinha, mas me protege das perguntas dos patriotas de chuteira, que lembram que são brasileiros apenas em época de Copa.
Isso é irritante. Aliás, na minha lista de coisas irritantes da Copa, o Galvão e o torcedor chato estão no topo. Mas essa Copa é Iso 9000 em matéria de chatices: tem essas cornetas desgraçadas que juntas fazem um barulho de uma caixa de marimbondo gigantes. E tem as unhas decoradas. Ah, e as dancinhas de comemoração dos jogadores. Rebolation, baby! Quer dizer...
O problema é que o meu "não-não torcer" não é exatamente "torcer". Mas tenho filhos, eles estão empolgados. Não dá pra ser a chata da mãe que não participa, né?
Pra vocês terem ideia, apenas ontem eu arrumei uma camisa pra assistir aos jogos no Bar Dududu. Bom... ir pro Bar é a parte boa da coisa.
Na verdade a tal camisa funciona mais como uma camuflagem para não ter que responder a perguntas como "por que você não está com a camisa do Brasil? por que você não é patriota? por que você torce contra?". Então, arrumei essa camuflagem que me custou R$ 7,99 e é bem feinha, mas me protege das perguntas dos patriotas de chuteira, que lembram que são brasileiros apenas em época de Copa.
Isso é irritante. Aliás, na minha lista de coisas irritantes da Copa, o Galvão e o torcedor chato estão no topo. Mas essa Copa é Iso 9000 em matéria de chatices: tem essas cornetas desgraçadas que juntas fazem um barulho de uma caixa de marimbondo gigantes. E tem as unhas decoradas. Ah, e as dancinhas de comemoração dos jogadores. Rebolation, baby! Quer dizer...
quinta-feira, maio 27, 2010
Que o Deus Venha
Cazuza / Roberto Frejat / Clarice Lispector
Sou inquieta, áspera
E desesperançada
Embora amor dentro de mim eu tenha
Só que eu não sei usar amor
Às vezes arranha
Feito farpa
Se tanto amor dentro de mim
Eu tenho, mas no entanto
Continuo inquieta
É que eu preciso que o Deus venha
Antes que seja tarde demais
Corro perigo
Como toda pessoa que vive
E a única coisa que me espera
É o inesperado
Mas eu sei
Que vou ter paz antes da morte
Que vou experimentar um dia
O delicado da vida
Vou aprender
Como se come e vive
O gosto da comida
Estou com essa música na cabeça há dias. Mas não tenho coragem de pegar o disco da Cassia Eller para ouvir, senão meu marido vai querer ouvir as outras 12 músicas e ainda tenho bad trips com a overdose de Cássia Eller que ele me deu há alguns anos atrás.
E eu ando inquieta, áspera e desesperançada. Embora amor dentro de mim eu tenha.
Peraí que eu vou ali ouvir a música escondidinha.
Cazuza / Roberto Frejat / Clarice Lispector
Sou inquieta, áspera
E desesperançada
Embora amor dentro de mim eu tenha
Só que eu não sei usar amor
Às vezes arranha
Feito farpa
Se tanto amor dentro de mim
Eu tenho, mas no entanto
Continuo inquieta
É que eu preciso que o Deus venha
Antes que seja tarde demais
Corro perigo
Como toda pessoa que vive
E a única coisa que me espera
É o inesperado
Mas eu sei
Que vou ter paz antes da morte
Que vou experimentar um dia
O delicado da vida
Vou aprender
Como se come e vive
O gosto da comida
Estou com essa música na cabeça há dias. Mas não tenho coragem de pegar o disco da Cassia Eller para ouvir, senão meu marido vai querer ouvir as outras 12 músicas e ainda tenho bad trips com a overdose de Cássia Eller que ele me deu há alguns anos atrás.
E eu ando inquieta, áspera e desesperançada. Embora amor dentro de mim eu tenha.
Peraí que eu vou ali ouvir a música escondidinha.
segunda-feira, maio 17, 2010
Preciso, velho! Preciso mesmo! Uma casinha no interior com um cachorro chamado Ah, Muleque!, uma gata chamada Audrey Hepburn e uma horta. Pra eu começar a ser a mulher das ervas. Varanda e rede. E uma mesa de pingue-pongue. Preciso também de uma base facial oil free porque a minha não é oil free e está detonando meu rosto. Um corte de cabelo urgente que me deixe a cara da Leandra Leal nessa novela nova que vai passar. Uma idinha pra Sampa comer pizza, tomar uma(s) Stella(s) com minha cunhada, curtir um friozinho e rever meus amados. Ah! Preciso também emagrecer e deixar de sentir meus joelhos gritando (o que elimina a pizza, mas não a idinha a São Paulo. Nem a Stella.). Preciso voltar a caminhar. Um empreguinho novo, de preferência lá no interior e que seja em uma área completamente diferente. Um no qual eu não precise usar salto alto nunca. Quem sabe, de mulher das ervas??? Preciso deixar de ser enxerida e de meter esse meu nariz chapoquinha onde não sou chamada.
quarta-feira, abril 21, 2010
Quem não tem colírio usa lente de contato
Cá estou eu de novo... sem um tostão para utilizar na aquisição de bens materiais de primeira necessidade, tais como óleo de Maracujá da Natura, serum reparador para meus cabelos chiliquentos e, principalmente, minhas lentes de contato. Conclusão: minha pele está seca, meu cabelo está muito sincero e estou de óculos de novo.
Eu não uso óculos apenas para ler, para fazer bonitinho, para ficar charmosa. Quando eu não tenho grana para as lentes (porque eu uso as descartáveis, que são as apropriadas para o meu caso), meus óculos só podem ser substituídos por uma bengala branca e um cão guia, porque minha miopia já atingiu níveis alarmantes. E eu não gosto de óculos. Nem dos escuros.
Eu sei, eu sei, tem gente que gosta, faz parte do visual e fica até muito bem. Mas aposto com vocês que essas pessoas são muito mais bonitas sem óculos. Estou certa?
Com óculos, eu me sinto uma senhorinha. Sinto que eu deveria mudar meu nome para algo que comportasse um "dona" antes, tipo "Dona Mariquinha", "Dona Antonieta"... Eu de óculos sou a Dona Juju (ou a Dona Otta, porque Dona Juliana não cola). Etelvina... Etelvina é um bom nome. Etelvina, minha filha... Mas onde eu estava mesmo??? Ah, nos óculos.
Cara, óculos suja, fica embaçado, marca o nariz... E em dia de chuva, então?? Míope não pode sair em dia de chuva porque senão tem que ficar tirando os óculos e limpando o tempo todo. E quem vier me falar que consegue ser elegante de óculos, tente combiná-los com um vestido de festa. Ah! Visualizou? É uma daquelas nerds que toma chá-de-cadeira naqueles bailes de formatura high school de filminho dos anos 80.
Nunca entendi quando a Elis cantava "eu quero a esperança de óculos". Óculos não me dá esperança. Óculos me tira as esperanças todas. Óculos me dá bode. Lentes de contato... ah! essas sim, fazem meu mundo ficar melhor.
Então, mudem, por favor, a letra da música, que eu quero a esperança de lentes de contato!!! Ou então, perto de mim, só cantem "Eu não nasci de óculos/Eu não era assim, não!".
Eu não uso óculos apenas para ler, para fazer bonitinho, para ficar charmosa. Quando eu não tenho grana para as lentes (porque eu uso as descartáveis, que são as apropriadas para o meu caso), meus óculos só podem ser substituídos por uma bengala branca e um cão guia, porque minha miopia já atingiu níveis alarmantes. E eu não gosto de óculos. Nem dos escuros.
Eu sei, eu sei, tem gente que gosta, faz parte do visual e fica até muito bem. Mas aposto com vocês que essas pessoas são muito mais bonitas sem óculos. Estou certa?
Com óculos, eu me sinto uma senhorinha. Sinto que eu deveria mudar meu nome para algo que comportasse um "dona" antes, tipo "Dona Mariquinha", "Dona Antonieta"... Eu de óculos sou a Dona Juju (ou a Dona Otta, porque Dona Juliana não cola). Etelvina... Etelvina é um bom nome. Etelvina, minha filha... Mas onde eu estava mesmo??? Ah, nos óculos.
Cara, óculos suja, fica embaçado, marca o nariz... E em dia de chuva, então?? Míope não pode sair em dia de chuva porque senão tem que ficar tirando os óculos e limpando o tempo todo. E quem vier me falar que consegue ser elegante de óculos, tente combiná-los com um vestido de festa. Ah! Visualizou? É uma daquelas nerds que toma chá-de-cadeira naqueles bailes de formatura high school de filminho dos anos 80.
Nunca entendi quando a Elis cantava "eu quero a esperança de óculos". Óculos não me dá esperança. Óculos me tira as esperanças todas. Óculos me dá bode. Lentes de contato... ah! essas sim, fazem meu mundo ficar melhor.
Então, mudem, por favor, a letra da música, que eu quero a esperança de lentes de contato!!! Ou então, perto de mim, só cantem "Eu não nasci de óculos/Eu não era assim, não!".
sexta-feira, abril 09, 2010
Eis o post deletado:
Discussão religiosa a vista
Olha... não curto muito isso de discutir religião, mas desde que a faxineira do prédio veio com o papo de que estou com encosto e olho gordo e não sei mais o que, ando ficando meio puta com o preconceito religioso.
Tenho minhas convicções, as pratico, não fico (aliás, não ficava) escrevendo delas porque são pessoais e intransferíveis e só a mim interessam. Mas hoje eu terei de sair do armário aqui no blog até para poder explicar o que eu estou sentindo.
Eu frequento centro espírita. Faço Estudo Sistematizado da Doutrina e amo essa fé que alia muito estudo e caridade. E apesar de ter minha vida completamente envolvida com o Espiritismo, eu ainda não me intitulo espírita, já que ainda falta muito pra eu melhorar antes de me considerar como tal.
Então, além do meu "encosto" (deixa ele quieto, que ele é amigo) dois episódios que eu agora vou narrar justificam a minha saída do armário.
O primeiro foi uma amiga minha dita atéia (se é que existe essa palavra), falar mal do Chico Xavier, referindo-se a ele da pior maneira possível. Faltou dizer que o cara é pedófilo. Aliás, não faltou.
Meu, foi a primeira vez que eu perdi a paciência com ela, juro. Fiquei chateada mesmo. Eu sou de Uberaba. Nem precisava frequentar centro para saber da vida do cara. Quer dizer, conheço a obra social dele porque eu vi acontecer, ouvi meus pais desde cedo falarem dele. E essa amiga sabe disso. Então, a ofensa foi proposital? Espero que não. Mas o que justifica esse ataque? Saí em defesa do Chico, claro, apesar de achar que ele nem precise realmente de discussão desse tipo. Sua vida e seus atos falam por si. O cara ajudou uma porrada de gente, trabalhou incansavelmente sua vida toda, sempre teve uma palavra de conforto, um gesto de carinho, sempre sereno, sem receber nada em troca. E quando eu digo nada, é nada mesmo.
Não estou dizendo para ninguém assistir ao filme sobre a vida dele. Eu nem mesmo fui (Ah! mas eu vou!). Mas antes de falar mal dele, vai até um cinema e apenas olhe o tamanho da fila. Só olhe. E depois disso, tente melhorar, fazer algo pelo próximo, ter um pouquinho de amor ao seu semelhante. Contagie-se com a bondade dele.
Segundo fato foi os guris do Santos que não entrarem no Lar Espírita onde vivem crianças com paralisia cerebral. Ficaram no ônibus. Li isso lá no blog do Randall e fui atrás da notícia para saber do que se tratava e porque a polêmica.
Porque a pricípio, eu concordei com os meninos. Ninguém é obrigado a entrar onde sua convicção religiosa não deixa. Mas... analisando mais a fundo, eu achei um ato de preconceito!
Eles sabiam para onde iam quando sairam de casa, já que o lugar chama-se "Lar Espírita não sei das quantas". Mesmo assim, entraram no ônibus e chegaram até a porta do lugar. E isso só para se recusar a entrar. Mostrar para a imprensa que ficou na porta, que não traiu suas "convicções religiosas". Ah! E demonstrar descaso com a convicção alheia, já que ficaram batucando na porta. O lugar, meninos, era um local de cuidado com pessoas portadoras de necessidades especiais mantido por espíritas. Não era um centro. Ignorância desses guris. Ah, e dá licença, mas aí tem preconceito sim!!!
Não quero convencer ninguém a seguir uma religião qualquer. Fico imensamente feliz que cada um ache e siga seu próprio caminho. Eu mesma ainda estou procurando o meu. Até porque acredito que Deus seja um cara tão massa que criou vários caminhos para se chegar a Ele (isso talvez gere comentários bíblicos, porque Jesus disse que ele é o caminho). Mas uma coisa é certa: ninguém deixa de ser Seu filho mesmo quando não acredita em Sua existência. Ponto.
Pois bem. O que se pede aqui não é tolerância com a escolha alheia. O tolerante pensa ser superior ao tolerado. Se acha magnânimo. Suporta. "O outro é um bostinha e mesmo assim eu o tolero". Não é isso. TODOS SÃO IGUAIS. Tá lá na Constituição. Ninguém deve ser tolerado. Todos devem ser é RESPEITADOS! Então, por favor!!!!! RESPEITO!!!! Seja você católico, evangélico, espírita, budista, hindu, xintoísta, telúrico, druída, wicca, ateu, agnóstico, umbandista, vigilante do peso, daime, naturalista, por favor!!!! RESPEITO!!!! RESPEITO E RESPEITO!!! É bom e eu gosto. Ah! E um pouco de amor ao próximo também cai muito bem.
Olha... não curto muito isso de discutir religião, mas desde que a faxineira do prédio veio com o papo de que estou com encosto e olho gordo e não sei mais o que, ando ficando meio puta com o preconceito religioso.
Tenho minhas convicções, as pratico, não fico (aliás, não ficava) escrevendo delas porque são pessoais e intransferíveis e só a mim interessam. Mas hoje eu terei de sair do armário aqui no blog até para poder explicar o que eu estou sentindo.
Eu frequento centro espírita. Faço Estudo Sistematizado da Doutrina e amo essa fé que alia muito estudo e caridade. E apesar de ter minha vida completamente envolvida com o Espiritismo, eu ainda não me intitulo espírita, já que ainda falta muito pra eu melhorar antes de me considerar como tal.
Então, além do meu "encosto" (deixa ele quieto, que ele é amigo) dois episódios que eu agora vou narrar justificam a minha saída do armário.
O primeiro foi uma amiga minha dita atéia (se é que existe essa palavra), falar mal do Chico Xavier, referindo-se a ele da pior maneira possível. Faltou dizer que o cara é pedófilo. Aliás, não faltou.
Meu, foi a primeira vez que eu perdi a paciência com ela, juro. Fiquei chateada mesmo. Eu sou de Uberaba. Nem precisava frequentar centro para saber da vida do cara. Quer dizer, conheço a obra social dele porque eu vi acontecer, ouvi meus pais desde cedo falarem dele. E essa amiga sabe disso. Então, a ofensa foi proposital? Espero que não. Mas o que justifica esse ataque? Saí em defesa do Chico, claro, apesar de achar que ele nem precise realmente de discussão desse tipo. Sua vida e seus atos falam por si. O cara ajudou uma porrada de gente, trabalhou incansavelmente sua vida toda, sempre teve uma palavra de conforto, um gesto de carinho, sempre sereno, sem receber nada em troca. E quando eu digo nada, é nada mesmo.
Não estou dizendo para ninguém assistir ao filme sobre a vida dele. Eu nem mesmo fui (Ah! mas eu vou!). Mas antes de falar mal dele, vai até um cinema e apenas olhe o tamanho da fila. Só olhe. E depois disso, tente melhorar, fazer algo pelo próximo, ter um pouquinho de amor ao seu semelhante. Contagie-se com a bondade dele.
Segundo fato foi os guris do Santos que não entrarem no Lar Espírita onde vivem crianças com paralisia cerebral. Ficaram no ônibus. Li isso lá no blog do Randall e fui atrás da notícia para saber do que se tratava e porque a polêmica.
Porque a pricípio, eu concordei com os meninos. Ninguém é obrigado a entrar onde sua convicção religiosa não deixa. Mas... analisando mais a fundo, eu achei um ato de preconceito!
Eles sabiam para onde iam quando sairam de casa, já que o lugar chama-se "Lar Espírita não sei das quantas". Mesmo assim, entraram no ônibus e chegaram até a porta do lugar. E isso só para se recusar a entrar. Mostrar para a imprensa que ficou na porta, que não traiu suas "convicções religiosas". Ah! E demonstrar descaso com a convicção alheia, já que ficaram batucando na porta. O lugar, meninos, era um local de cuidado com pessoas portadoras de necessidades especiais mantido por espíritas. Não era um centro. Ignorância desses guris. Ah, e dá licença, mas aí tem preconceito sim!!!
Não quero convencer ninguém a seguir uma religião qualquer. Fico imensamente feliz que cada um ache e siga seu próprio caminho. Eu mesma ainda estou procurando o meu. Até porque acredito que Deus seja um cara tão massa que criou vários caminhos para se chegar a Ele (isso talvez gere comentários bíblicos, porque Jesus disse que ele é o caminho). Mas uma coisa é certa: ninguém deixa de ser Seu filho mesmo quando não acredita em Sua existência. Ponto.
Pois bem. O que se pede aqui não é tolerância com a escolha alheia. O tolerante pensa ser superior ao tolerado. Se acha magnânimo. Suporta. "O outro é um bostinha e mesmo assim eu o tolero". Não é isso. TODOS SÃO IGUAIS. Tá lá na Constituição. Ninguém deve ser tolerado. Todos devem ser é RESPEITADOS! Então, por favor!!!!! RESPEITO!!!! Seja você católico, evangélico, espírita, budista, hindu, xintoísta, telúrico, druída, wicca, ateu, agnóstico, umbandista, vigilante do peso, daime, naturalista, por favor!!!! RESPEITO!!!! RESPEITO E RESPEITO!!! É bom e eu gosto. Ah! E um pouco de amor ao próximo também cai muito bem.
Cometi um crime de lesa-blog e deletei um post. Antes de surgir qualquer comentário. Foi cagaço meu. Nem era pra tanto, não tem nada demais lá. Mas eu tenho essa eterna mania de querer ser Poliana e não querer ser polêmica e transformar tudo o que eu falo em consenso. Mas o que está neste blog é apenas o que eu penso e não a verdade universal. E se eu tenho sistema de comentarios é pra galera comentar mesmo, a favor ou contra ou nem aí ou fazendo propaganda de seus próprios blogs. Se eu não quisesse opinão, eu simplesmente tirava o sistema e indicava o xizinho no canto direito do alto da página.
Pois bem. Ele está salvo no computador lá de casa e eu vou republicá-lo assim que eu chegar lá. Sem cortes. Comentem.
Pois bem. Ele está salvo no computador lá de casa e eu vou republicá-lo assim que eu chegar lá. Sem cortes. Comentem.
segunda-feira, março 22, 2010
Tantas coisas acontecendo!!! Nem dá para contar tudo aqui, ou porque descambarei para a fofoca, ou porque realmente não é interessante para meus parcos leitores.
O importante é que vocês saibam que:
1. Eu estou bem, feliz, em paz, levando uma vidinha miudinha e cheia de significado (e quem disse que o bacana é ter uma vida cinematográfica??);
2. Não, eu ainda não entrei para a lista da Forbes, mas estou tentando arduamente;
3. Ah! E MEU IRMÃO ESTÁ GRÁVIDO!!! Camila, Lysso e "Da barriga", amo vocês o dia inteiro e o tempo todo!
O importante é que vocês saibam que:
1. Eu estou bem, feliz, em paz, levando uma vidinha miudinha e cheia de significado (e quem disse que o bacana é ter uma vida cinematográfica??);
2. Não, eu ainda não entrei para a lista da Forbes, mas estou tentando arduamente;
3. Ah! E MEU IRMÃO ESTÁ GRÁVIDO!!! Camila, Lysso e "Da barriga", amo vocês o dia inteiro e o tempo todo!
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
O futuro de Susie Derkins
Susie Derkins é um personagem secundário das historinhas de Calvin e Haroldo. Secundário mas importantíssimo.
Ela participa de várias das melhores histórias do Calvin. É ela a 'odiada' coleguinha de sala, CDF, dedo-duro, inspiração maior de Calvin para a criação do Clube "Livre-se das Meninas Gosmentas". Ela também é o alvo de todas as bolas de neve por ele fabricadas. É também para ela que ele, só para azucrinar, diz que sua mãe arrumou seu lanche com mosquitos esmagados, lesmas e cogêneres, que também servirão para o "Mostre e conte" em sala de aula.
E ela, como toda menina, tem uma atitude muito madura diante de todas as sacanagens promovidas pelo Calvin. E isso se dá, talvez, em razão de as garotas entenderem mais cedo que essas atitudes bobas dos meninos, nada mais são do que o jeito meio atrapalhado de demonstrar amor. Lembrem-se que Calvin e Susie têm somente 6 anos de idade.
Susie é a menininha que estampa meu perfil aí do lado. Porque eu amo a Susie.
Bom... E se Susie e Calvin fossem hoje adolescentes???
Ah... eu achei tão bonitinho...

Ah, o André, meu fiote, que é oficialmente o Calvin, com todos os adereços permitidos em lei, tem também seu Haroldo (que no caso dele é um cachorro vermelho todo velho e esfarrapado que ele carrega desde 01 ano de idade, o Cliford) e sua Susie, a Maria Luísa.
O que me faz pensar...
Ela participa de várias das melhores histórias do Calvin. É ela a 'odiada' coleguinha de sala, CDF, dedo-duro, inspiração maior de Calvin para a criação do Clube "Livre-se das Meninas Gosmentas". Ela também é o alvo de todas as bolas de neve por ele fabricadas. É também para ela que ele, só para azucrinar, diz que sua mãe arrumou seu lanche com mosquitos esmagados, lesmas e cogêneres, que também servirão para o "Mostre e conte" em sala de aula.
E ela, como toda menina, tem uma atitude muito madura diante de todas as sacanagens promovidas pelo Calvin. E isso se dá, talvez, em razão de as garotas entenderem mais cedo que essas atitudes bobas dos meninos, nada mais são do que o jeito meio atrapalhado de demonstrar amor. Lembrem-se que Calvin e Susie têm somente 6 anos de idade.
Susie é a menininha que estampa meu perfil aí do lado. Porque eu amo a Susie.
Bom... E se Susie e Calvin fossem hoje adolescentes???
Ah... eu achei tão bonitinho...

Ah, o André, meu fiote, que é oficialmente o Calvin, com todos os adereços permitidos em lei, tem também seu Haroldo (que no caso dele é um cachorro vermelho todo velho e esfarrapado que ele carrega desde 01 ano de idade, o Cliford) e sua Susie, a Maria Luísa.
O que me faz pensar...
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Versão 2010
Juliana 2010:
Não bebe! Não por um motivo politicamente correto qualquer, mas porque seu fígado não mais permite. Agora é beber e passar mal. E tanto faz um ou dez copos de cerveja. O estrago é o mesmo. Porém, não tiro ali da descrição ali do lado a Stela Artois e o Casal Garcia. Esses fazem parte da minha alma e ainda que eu não os beba mais, sempre vou amá-los. Vou mudar um pouco isso aqui. Juliana 2010 bebe. Pouco. Muito pouco mesmo. Mas quando bebe, é mais de litro.... porque se o estrago é o mesmo, pelo menos o porre tem que valer.
Não come porcarias! Pelo mesmo motivo hepático supra mencionado.
Diferentemente das versões anteriores (Julianas 2009, 2008, 2007...), vai ao médico, ao dentista e à manicure regularmente.
Não sofre a toa Aprendeu com algumas pancadas, que a vida é curta e complicada, mas vale a pena ser vivida com bom humor e alegria e cercada das pessoas que importam.
E porque não sofre a toa, dorme a noite toda.
E para que não sofra a toa e durma a noite toda não perde tempo com bobagens, principalmente, mal humor alheio.
Separa lixo, economiza água e cuida do planeta (mas esse dispositivo já vinha nas versões mais antigas).
Não resolve problema dos outros, a não ser profissonalmente. Dispositivo só encontrado na versão 2010. Advogado é pago para resolver problemas alheios. Mas ser o ombrão do mundo faz mal pro fígado e o meu, como já informei antes, não é dos melhores. Então, agora só quando houver compensação monetária.
Não bebe! Não por um motivo politicamente correto qualquer, mas porque seu fígado não mais permite. Agora é beber e passar mal. E tanto faz um ou dez copos de cerveja. O estrago é o mesmo. Porém, não tiro ali da descrição ali do lado a Stela Artois e o Casal Garcia. Esses fazem parte da minha alma e ainda que eu não os beba mais, sempre vou amá-los. Vou mudar um pouco isso aqui. Juliana 2010 bebe. Pouco. Muito pouco mesmo. Mas quando bebe, é mais de litro.... porque se o estrago é o mesmo, pelo menos o porre tem que valer.
Não come porcarias! Pelo mesmo motivo hepático supra mencionado.
Diferentemente das versões anteriores (Julianas 2009, 2008, 2007...), vai ao médico, ao dentista e à manicure regularmente.
Não sofre a toa Aprendeu com algumas pancadas, que a vida é curta e complicada, mas vale a pena ser vivida com bom humor e alegria e cercada das pessoas que importam.
E porque não sofre a toa, dorme a noite toda.
E para que não sofra a toa e durma a noite toda não perde tempo com bobagens, principalmente, mal humor alheio.
Separa lixo, economiza água e cuida do planeta (mas esse dispositivo já vinha nas versões mais antigas).
Não resolve problema dos outros, a não ser profissonalmente. Dispositivo só encontrado na versão 2010. Advogado é pago para resolver problemas alheios. Mas ser o ombrão do mundo faz mal pro fígado e o meu, como já informei antes, não é dos melhores. Então, agora só quando houver compensação monetária.
terça-feira, dezembro 08, 2009
Nóis é ÉQUISSA!!!!
O gosto da vitória é realmente delicioso. Principalmente vindo depois de uma pontinha de dor de cabeça provocada pelo gol do Grêmio no início do jogo. E com o Andrade no comando do navio. Quer dizer, o Andrade, junto com o Zico, Adílio e meu pai foram os responsáveis por eu ser flamenguista. Privilégio para poucos...

Meu heroi, Andrade
Me paramentei. Arrumei camisa, pintei as unhas de vermelho e preto conforme tinha prometido pros meus filhos no início do Brasileirão. Mas na hora do gol do Grêmio, fiquei meio medrosa. Aí veio a inspiração retirada de um jogo contra o Liverpool e que eu não sei em que ano foi na década de 80: a camisa tinha que ir pra baixo da cama. A do meu pai ficava lá quando a gente assistia aos jogos do Flamengo. Tirei a camisa rubro-negra, vesti uma azul marinho do Otto e... os gols sairam! Nem tentem me convencer do contrário. Minha ajuda foi imprescindível. O Flamengo foi campeão absoluto na década de 80 por causa da camisa do meu pai debaixo da cama. E se depender de mim, continuará sendo. Porque os próximos jogos serão com a camisa debaixo da cama
Tá... mas a torcida do Fla vai ter que me desculpar. Sei não. Fiquei meio decepcionada...
Depois de dois anos assistindo a jogos do Corinthians por causa dos meus maloqueiros, me acostumei com uma torcida que canta, grita, chora os noventa minutos, ainda que o time esteja na lama. E olha que de lama a corinthianada entende. Terminaram o jogo em 2007 rebaixados e cantando "eu nunca vou te abandonar porque eu te amo".
Os flamenguistas ficaram lá, unânimes dentro do Maraca, mas caladões, sem ajudar o time, sem incentivar. Aliás, preparados para cometer uma merda qualquer caso o time perdesse.
Depois teve a feiúra da pancadaria. Flamenguista contra flamenguista. Triste... muito triste!
Me deu uma invejinha dos meus corinthianos... se bem que não neste domingo! Tá doido? Neste domingo o bacana mesmo é ser flamenguista!! E pular e berrar pela janela do bairro cruzeirense da minha mãe a todos pulmões: Nóis é Équissa!

Meu heroi, Andrade
Me paramentei. Arrumei camisa, pintei as unhas de vermelho e preto conforme tinha prometido pros meus filhos no início do Brasileirão. Mas na hora do gol do Grêmio, fiquei meio medrosa. Aí veio a inspiração retirada de um jogo contra o Liverpool e que eu não sei em que ano foi na década de 80: a camisa tinha que ir pra baixo da cama. A do meu pai ficava lá quando a gente assistia aos jogos do Flamengo. Tirei a camisa rubro-negra, vesti uma azul marinho do Otto e... os gols sairam! Nem tentem me convencer do contrário. Minha ajuda foi imprescindível. O Flamengo foi campeão absoluto na década de 80 por causa da camisa do meu pai debaixo da cama. E se depender de mim, continuará sendo. Porque os próximos jogos serão com a camisa debaixo da cama
Tá... mas a torcida do Fla vai ter que me desculpar. Sei não. Fiquei meio decepcionada...
Depois de dois anos assistindo a jogos do Corinthians por causa dos meus maloqueiros, me acostumei com uma torcida que canta, grita, chora os noventa minutos, ainda que o time esteja na lama. E olha que de lama a corinthianada entende. Terminaram o jogo em 2007 rebaixados e cantando "eu nunca vou te abandonar porque eu te amo".
Os flamenguistas ficaram lá, unânimes dentro do Maraca, mas caladões, sem ajudar o time, sem incentivar. Aliás, preparados para cometer uma merda qualquer caso o time perdesse.
Depois teve a feiúra da pancadaria. Flamenguista contra flamenguista. Triste... muito triste!
Me deu uma invejinha dos meus corinthianos... se bem que não neste domingo! Tá doido? Neste domingo o bacana mesmo é ser flamenguista!! E pular e berrar pela janela do bairro cruzeirense da minha mãe a todos pulmões: Nóis é Équissa!
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Uma vez Flamengo...
Não canto "já ganhou" porque isso pode zicar tudo, mas...
Se eu estou feliz porque o Flamengo provavelmente será campeão brasileiro depois de um longo e tenebroso inverno? Claro que eu estou!
Mas isso tudo não poderia ter acontecido há dois anos atrás, quando meu pai ainda poderia ter sentido o gostinho de ser campeão junto com seu neto flamenguista?

Estou feliz... mas também estou melancólica.
Se eu estou feliz porque o Flamengo provavelmente será campeão brasileiro depois de um longo e tenebroso inverno? Claro que eu estou!
Mas isso tudo não poderia ter acontecido há dois anos atrás, quando meu pai ainda poderia ter sentido o gostinho de ser campeão junto com seu neto flamenguista?

Estou feliz... mas também estou melancólica.
quinta-feira, novembro 19, 2009
quarta-feira, novembro 04, 2009
Eu aqui... ele lá...
Otto em Belém, eu aqui... Isso me faz lembrar os tempos de namoro à distância. E com nenhuma nostalgia, diga-se de passagem. Porque eu detestava namorar à distância. Namorar de longe é dolorido. Tem sempre aquilo que a gente faz e pensa "ah, se ele estivesse aqui..." Porque o que eu gosto, mas gosto mesmo é do meu nego perto de mim. Eu gosto é de grude. De dormir e acordar e de não dormir também e beijar e rir e implicar e brigar e rir mais e beijar mais e falar e beijar e tudo o mais que a gente faz junto.
E como a Gabriela já dizia pro seu moço bonito, eu digo pro meu agora:
Chega mais perto, moço bonito
Chega mais perto meu raio de sol
A minha casa é um escuro deserto
Mas com você ela é cheia de sol
Molha tua boca na minha boca
A tua boca é meu doce, é meu sal
Mas quem sou eu nessa vida tão louca
Mais um palhaço no teu carnaval
Casa de sombra, vida de monge
Quanta cachaça na minha dor
Volta pra casa, fica comigo
Vem que eu te espero tremendo de amor
Obrigada, Seu Jobim, por me acudir nessas horas de romantismo solitário.
E como a Gabriela já dizia pro seu moço bonito, eu digo pro meu agora:
Chega mais perto, moço bonito
Chega mais perto meu raio de sol
A minha casa é um escuro deserto
Mas com você ela é cheia de sol
Molha tua boca na minha boca
A tua boca é meu doce, é meu sal
Mas quem sou eu nessa vida tão louca
Mais um palhaço no teu carnaval
Casa de sombra, vida de monge
Quanta cachaça na minha dor
Volta pra casa, fica comigo
Vem que eu te espero tremendo de amor
Obrigada, Seu Jobim, por me acudir nessas horas de romantismo solitário.
quinta-feira, outubro 29, 2009
Penso, logo, não durmo
Mais uma noite gasta em um monte de pensamentos ao mesmo tempo e sono nenhum...
De vez em quando, eu gostaria de fazer com meu cérebro como fazem os velhinhos com seus dentes na hora de dormir: tirá-lo e colocá-lo dentro de uma bacia d'água.
De vez em quando, eu gostaria de fazer com meu cérebro como fazem os velhinhos com seus dentes na hora de dormir: tirá-lo e colocá-lo dentro de uma bacia d'água.
sexta-feira, outubro 23, 2009
Generosidade divina
Na Mooca tem uma mesa bamba onde a melhor filosofia ébria acontece. E filosofando sobre Deus (porque somos ébrios, mas somos profundos), eu e minha cunhada chegamos à seguinte conclusão: Deus existe. E essa é a prova:
Aliás, Deus existe e é um caboclo caprichoso.
Bem... mas se Deus existe, o Diabo também. Por que não? E a prova de sua existência, e as tentações a que nós, pobres mortais estamos sujeitos, está aí:
Nesse ponto, meu cunhado interrompeu a conversa e, acrescentando premissas à nossa filosofia, nos deu mais uma prova da existência divina:
Com o que eu, aliás, concordo. Porque essa mulher não nasceu, foi esculpida. E só as mãos de Deus poderiam criar algo tão perfeito. Aliás, Scarlett Johansson é a prova da existência de Deus e do Diabo. Simultaneamente. Porque só o Cão poderia ser tão perverso a ponto de fazê-la cantar. E bem. E gravar músicas do Tom Waits. E aí é que casamentos acabam, lares são desfeitos e o caos se instala...
(observação: não consegui baixar o vídeo (ainda tenho essa deficiência), mas podem conferir essa o que eu digo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=YV4qcChmPIU)
E para terminar este post, a imagem enviada a mim por minha cunhada ébria, dando conta não apenas da existência divina, mas também Sua generosidade infinita:
Aliás, Deus existe e é um caboclo caprichoso.
Bem... mas se Deus existe, o Diabo também. Por que não? E a prova de sua existência, e as tentações a que nós, pobres mortais estamos sujeitos, está aí:
Nesse ponto, meu cunhado interrompeu a conversa e, acrescentando premissas à nossa filosofia, nos deu mais uma prova da existência divina:
Com o que eu, aliás, concordo. Porque essa mulher não nasceu, foi esculpida. E só as mãos de Deus poderiam criar algo tão perfeito. Aliás, Scarlett Johansson é a prova da existência de Deus e do Diabo. Simultaneamente. Porque só o Cão poderia ser tão perverso a ponto de fazê-la cantar. E bem. E gravar músicas do Tom Waits. E aí é que casamentos acabam, lares são desfeitos e o caos se instala...
(observação: não consegui baixar o vídeo (ainda tenho essa deficiência), mas podem conferir essa o que eu digo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=YV4qcChmPIU)
E para terminar este post, a imagem enviada a mim por minha cunhada ébria, dando conta não apenas da existência divina, mas também Sua generosidade infinita:
quarta-feira, setembro 23, 2009
Filosofia de uma vida mais simples
Um casal de amigos meus tem um filho de 4 anos que recentemente descobriu que se ele levar sua pequena mãozinha até seu bilauzinho e der uma mexidinha, coisas extraordinárias acontecem.
O momento ideal para tal exercício? O banho, é óbvio.
Pois bem.
A criança estava lá, tranquila, dentro de sua banheirinha, descobrindo o universo e chega sua mãe, toda bem intencionada, trazendo no garfo um pedacinho de suculento bife recém frito para a criança experimentar. Para não criar traumas na criança, fingiu que não viu a atuação do filho, ofereceu a carne e voltou para a cozinha para terminar a janta. Depois conversaria com o pai, com o psicólogo ou com quem mais fosse necessário.
No dia seguinte, no mesmo horário, a criança já na banheira grita para a mãe: Carninha, mamãe!
Sábio, o pequeno. Já entendeu que a felicidade plena está ao alcance de suas mãozinhas: aguinha quente, carninha e punhetinha!
O momento ideal para tal exercício? O banho, é óbvio.
Pois bem.
A criança estava lá, tranquila, dentro de sua banheirinha, descobrindo o universo e chega sua mãe, toda bem intencionada, trazendo no garfo um pedacinho de suculento bife recém frito para a criança experimentar. Para não criar traumas na criança, fingiu que não viu a atuação do filho, ofereceu a carne e voltou para a cozinha para terminar a janta. Depois conversaria com o pai, com o psicólogo ou com quem mais fosse necessário.
No dia seguinte, no mesmo horário, a criança já na banheira grita para a mãe: Carninha, mamãe!
Sábio, o pequeno. Já entendeu que a felicidade plena está ao alcance de suas mãozinhas: aguinha quente, carninha e punhetinha!
segunda-feira, setembro 14, 2009
Mea culpa
Eu, que sou tão sensata na teoria, acabo de colocar por terra todos os meus melhores conselhos: falei demais e dei bom dia a cavalo, como falei o que quis, acabei ouvindo o que não quis e agora estou aqui... um lixo!
E o pior: descubro em mim tudo o que eu mais abomino nos outros: mesquinhez, ciúme e inveja. Enfim, o orgulho de minha casta!
E o pior: descubro em mim tudo o que eu mais abomino nos outros: mesquinhez, ciúme e inveja. Enfim, o orgulho de minha casta!
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